Árvores de Paraty
Home

Grupo peruano faz plástico biodegradável baseado em batata

ROCÍO OTOYA em Lima

Um grupo de cientistas peruanos inventou um plástico biodegradável a base de batata, uma alternativa para minimizar os efeitos da poluição e agregar valor aos produtos agrícolas do país. O produto, elaborado a base de amido de batata --a partir de um tubérculo originário da zona do Lago Titicaca, e outros tubérculos como a mandioca e a batata-doce--, "é biodegradável e, além disso, é biocompostável [se decompõe e se transforma em adubo]", explicou o coordenador-geral do projeto da Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP), Fernando Torres. Trabalhador colhe batatas no interior de SP; grupo de cientistas peruanos inventou um plástico biodegradável a base de batata Um plástico fabricado com derivados do petróleo (como as sacolas de supermercado e os produtos domésticos no geral), demora dezenas de anos para se desintegrar, e ainda assim não desaparece completamente. Um material biodegradável, no entanto, só demora dois anos. Por isso a equipe da PUCP trabalha há anos na criação dos plásticos biodegradáveis a base de tubérculos, um projeto financiado pelo Programa de Ciência e Tecnologia (FINCyT) do Peru.

Leia mais...
 

Morte ecologicamente correta

Mesmo após a morte, as pessoas podem demonstrar uma postura ecológica. Os enterros naturais - aqueles que eliminam na medida do possível a utilização de caixões e produtos químicos nas técnicas de embalsamamento – estão ficando famosos no mundo, em especial nos Estados Unidos, e demonstram que morrer não é mais pretexto para poluir. Segundo a empresa Green Burial Council, dedicada à promoção de enterros ecológicos, nos sepultamentos praticados nos EUA tradicionalmente são empregados a cada ano 82 mil toneladas de aço, 2,5 mil toneladas de bronze e cobre e 1,4 milhões de toneladas de cimento para manter os túmulos. Outros dos problemas ambientais causados pelos enterros são os líquidos desprendidos pelos corpos. Os processos de embalsamamento supõem resíduos de até 3,1 milhões de litros de fluídos baseados em um componente que a Agência para a Proteção do Meio Ambiente dos EUA qualifica como 'provável agente cancerígeno'.

Leia mais...
 
Página 4 de 22

Assine o Newsletter

Name:

Email:

Bicho legal

Campanhas2

Consumo Consciente

Disque Óleo


Proteger - Informar
O Projeto Paraty Viva foi criado para registrar e proteger as árvores da cidade. A ideia é classificar a espécie vegetal, informando através de uma placa o nome científico, nome popular e sua origem, além dos logotipos dos patrocinadores.

lepac

catalisa
Valetim Letreiros
ITAE

Carbono ZeroComércio Justo

Enquete

Você conhece Paraty?
 

Visitantes Online

Nós temos 4 visitantes online

Especial

Dia Mundial sem Carro 22 de Setembro - Dia Mundial sem Carro O Dia Mundial Sem Carro é um movimento que começou em algumas cidades da Europa nos últimos anos do século 20, e d...
 
Comer carne aumenta CO2? Comer carne estimula o desmatamento? A criação de pastos e a ampliação das lavouras de soja, que é ingrediente das rações bovinas, ameaçam a Floresta...
 
Atitudes verdes Consciência verde - Que diferença faz? Descubra a grandeza do impacto de atitudes verdes simples, como desacelerar o carro, reciclar o papel e o lixo doméstic...
 

Espécimes do Brasil

mudas-brasil160

Educação e Cidadania

logo_cidadania160

Simuladores Ecológicos

simulador_verde_160

Plantio na BR Rio-Santos

Arborização da BR Rio-Santos