Economia Solidária

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Ecomia SolidáriaO movimento de Economia Solidária tem crescido de maneira muito rápida, não apenas no Brasil, mas também em diversos outros países. Este fenômeno se deve à reação de trabalhadores à crescente exclusão, desemprego urbano e desocupação rural resultantes da expansão agressiva de uma globalização que torna mais e mais pessoas dispensáveis ou desqualificadas ao mercado de trabalho. Com a articulação de diversos atores, surgem iniciativas associativas e solidárias que apontam para alternativas estruturais de organização da economia baseada em valores como ética e eqüidade.

Entende-se por Economia Solidária uma forma de produção, consumo e distribuição de riqueza centrada na valorização do ser humano - e não do capital - de base associativista e cooperativista, voltada para a produção, consumo e comercialização de bens e serviços, de modo autogerido. Tem-se como exemplo as cooperativas, associações populares, redes e articulações de comercialização e de cadeias produtivas solidárias, agricultores familiares, dentre outros.

No Brasil, o crescimento da Economia Solidária enquanto movimento dá um salto considerável a partir das várias edições do Fórum Social Mundial, espaço onde diferentes atores, entidades, iniciativas e empreendimentos puderam construir uma integração que desembocou na demanda ao presidente Lula pela criação de uma Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES). Simultaneamente à criação desta Secretaria, foi criado, na III Plenária Nacional de Economia Solidária, o Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES), representando este movimento no país.

Links sugeridos

Sistema Nacional de Informações em Economia Solidária
Farejador de Economia Solidária
Mapa internacional de redes de Economia Solidária
Banco de dados de moedas sociais/complementares

 

 

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